Discos Essenciais
Written by Aroldo Glomb
Sunday, 01 May 2005 21:00
Aquele
estranho som logo no começo da primeira música, The Hanging Tree, já
nos prepara para uma nova fase do Uriah Heep. Com a saída do vocalista
original, David Byron, a banda apostou em John Lawton e, com isso,
escreveram um capítulo mais sombrio, porém, tão criativo quanto os
discos anteriores. Trevor Bolder assumiria os baixos, enquanto o resto
do grupo permanecia mais firme do que nunca.
Written by Aroldo Glomb
Sunday, 01 May 2005 21:00
Absoluto! Obra prima da banda! Fantástico, simplesmente! David Covardale não era apenas mais um galã para as mulheres da época. O Whitesnake chegava, no final da década de setenta, ao LOVE HUNTER, mais afiado do que nunca esteve.
Written by Aroldo Glomb
Thursday, 21 April 2005 21:00
Muitas
vezes, a especulação faz parte da vida das bandas. Penso o que teria
acontecido aos Beatles caso eles tivessem continuado após o Let It Be
ou o que seria do Led Zeppelin se John Bonham não tivesse morrido.
Aposto que o Aerosmith é a resposta destas perguntas. Eles são a prova
viva de como uma banda acaba se encaixando no modismo FM, deixando de
lado o brilhantismo de outrora. Rocks não tem nada a ver com o que a
banda lançou nos anos oitenta e noventa. Back in the Saddle, que abre o
disco, é seminal. Resultado da criatividade que imperava no cenário
roqueiro dos anos setenta, a música agrada quem curte este estilo.
Escutando apenas esta música, todo o preconceito existente sobre a
banda cai por água abaixo.
Written by Aroldo Glomb
Thursday, 21 April 2005 21:00
Quem
não gosta de um belo e forte grupo com influência direta de blues? E se
a banda se chamar FOGHAT e tiver Lonesome Dave Peverett como
guitarrista e vocalista então? Ao lado de Mountain, Ten Years After e
Lynyrd Skynyrd, o FOGHAT é a expressão máxima deste estilo de rock. Um
som que sofreu um pouco de preconceito por parte da gurizada mais nova,
sabe-se lá por que.
Written by Aroldo Glomb
Thursday, 21 April 2005 21:00
O que dizer deles? Como explica-los? Não é fácil, principalmente neste disco tão complexo em sua primeira parte e tão diversificado na outra. O trio canadense já havia proporcionado músicas longas, mas aqui existe a mais perfeita delas. Cygnus X-1 Book II, Hemispheres. Quase vinte minutos, onde eles parecem brincar com sues instrumento.
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Opinião 

