Discos Essenciais
Written by Aroldo Glomb
Wednesday, 13 April 2005 21:00
Queria fugir
um pouco dos álbuns clássicos do Deep Purple, porque acredito que
existem muitas coisas boas e desconhecidas do grande público. O
terceiro disco da banda não deve nada para o grande Machine Head, disco
posterior, por exemplo.
Written by Aroldo Glomb
Wednesday, 13 April 2005 21:00
Na bateria,
Barriemore Barlow. Nos teclados, piano e afins John Evan. Nas seis
cordas, o grande Martin Barre e no baixo, Jeffrey Hammond-Hammond. Tudo
isso, mais a ajuda do arranjador David Palmer (que se tornaria o
segundo tecladista da banda, junto com Evan, anos mais tarde), ajudaram
Ian Anderson e a sua flauta mágica a compor dois dos maiores clássicos
do rock progressivo: Thick As A Brick de 1972 e A Passion Play de 1973.
E é com essa formação que WARCHILD foi concebido aos fãs.
Written by Aroldo Glomb
Wednesday, 13 April 2005 21:00
Led Zeppelin
já é bom. Imagine em dobro então! PHYSICAL GRAFFITI é um álbum duplo de
estúdio, composto por muitas músicas inéditas que a banda estava
produzindo conjuntamente com alguns trabalhos mais antigos, mas que não
entraram em nenhum outro álbum.
Written by Aroldo Glomb
Thursday, 07 April 2005 21:00
Você conhece,
possivelmente, alguma banda que não utiliza os teclados. E se eu te
perguntasse sobre alguma banda que não utiliza guitarra elétrica e faz
rock? Você seria capaz de me dizer um nome? Bem, acredite ou não, o
nome disso é Emerson, Lake and Palmer. A guitarra, instrumento símbolo
do rock, não é totalmente descartada pela banda (uma vez que o violão e
outros instrumentos afins eram utilizados para as gravações), mas no
palco o básico deste power trio era composto pela bateria de Carl
Palmer ( um monstro com as baquetas), o baixo e os vocais de Greg Lake
e tudo o que você puder imaginar de teclados (piano, órgão Hammond,
sintetizadores Moog, Mini Moog, acordeons ,etc) nas mãos competentes de
Keith Emerson.
Written by Aroldo Glomb
Tuesday, 05 April 2005 21:00
O terceiro
disco do RAINBOW contava com uma seleção de craques. Richie Blackmore
conseguiu fazer a banda dos sonhos, aquela em que eu, você ou qualquer
outra pessoa gostaria de tocar. Com Ronnie James Dio, nos vocais, e
Cozy Powell, o bruxo, na bateria, já seria o suficiente para animar
qualquer um a ir para um palco e dar tudo de si. Junte os dois com o
próprio Blackmore, o baixista Bob Daisley e o tecladista David Stone e
pronto: Long Live Rock’n’roll.
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Opinião 

