Realidade e menos real que a utopia

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Mas porque eu estou falando disso? Simples. Estamos em ano de eleição. Nosso país é o eterno ´em vias de desenvolvimento´, age como tal, mas tem políticos que não honram o tal ´desenvolvimento´. Estamos em um período em que teremos, no mínimo, 50 shows internacionais dos bons. E digo isso porque esses três primeiros meses nos apresentaram os dinossauros jamais extintos dos Rolling Stones, os boa praças do U2, o cool Franz Ferdinand, a magia latina de Santana, as encrencas britânicas do pop grudento do Oasis, a mistura de funk e pop do Jamiroquai, enfim, são tantos os shows e tantos os rótulos que em boa parte justifica o título. Afinal, quem tem grana para pagar todos esses shows? Se você for ao Oasis, vai ao Santana? E no Jamiroquai? É gente, o dólar caiu, mas ainda sobe nos nossos bolsos, basta ver o valor dos ingressos. Entenderam onde quero chegar?
 
Nossa vida parece querer sair de seu estado ´pés no chão´, se convertendo numa utopia vazia, ainda que bela. Momentos como a alegria dos Rolling Stones e a comoção do U2, ainda que únicos e efêmeros, são sinais de que a utopia já começou. Até a próxima crise começar...

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