Reflexões

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Algo semelhante ocorrer na música e em nossas vidas no momento. Na música, seria natural falar sobre algum artista ou nova música que captou algum ouvinte ou que entrou na programação de alguma rádio por aí. Mas será que seremos sempre os primeiros a falar deles? Não dá para determinar quem foi ou quem será o jornalista que colocará um ponto final ou que ajudará a escrever mais um capítulo na carreira determinada banda, estilo ou gravadora. Digo isso porque enquanto escuto uma banda de rock da Polônia, a mesma já estará na capa de alguma revista amanhã. E isso se deve à fluência de informações voando por aí, algo chamado rede de contatos, internet, e blá-blá-blá. Mas peraí, já falamos disso em outro artigo aqui na Drop, que com certeza, também gerou discussões em outro lugar e por aí vai. 

Nada mais é como era antes e isso só continuará ao ponto em que todos falarão das mesmas coisas. Momento meio apocalíptico eu sei, mas é pura verdade. È como ´Minority Report´, onde policiais conseguem prever o que vai acontecer em relação ao crime. Bem, não estou querendo prever nada, mas me parece que se continuarmos acomodados, sempre falando das mesmas coisas, aquele visionário ou desbravador, tipo muito comum antigamente, será fadado à criminalidade. Penso que ainda dá para mudar essa figura. Como? Abrindo espaço para quem entende das coisas e quem quer buscar coisas novas. Jornalistas, médicos, advogados, enfim, qualquer pessoa que queria modificar e ajudar, buscar novos rumos dentro da sua área, será sempre bem vinda. 

Agora mudando de assunto, mas que me importa, é a queda do avião da TAM, que vem sendo bastante explorada por todos os meios de comunicação e até em conversas informais. Bem, posso dizer que moro ao lado do aeroporto de Congonhas e a 200 metros de onde houve a queda. È preciso pensar o que é mais importante: a vida ou a beleza de um aeroporto? A segurança de 200 pessoas que estão em um avião ou a plasticidade de um quadro caríssimo na parede central de Congonhas? Da mesma maneira que digo que é preciso modificar nossa postura, também temos que mudar nossas atitudes. Chega de ficar sentado vendo criança morrer, avião cair e desligar a tevê e jantar como se nada tivesse acontecido. Está na hora de fazermos valer os milhões em impostos, os ´não sei quantos´ votos que um senhor barbudo ganhou na última eleição e ir à luta. Por que do contrário, estaremos todos fadados ao mesmo destino daqueles que não podem se defender: mortos, por dentro, e politicamente.

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