Biografias
Escolhido em 12º lugar na pesquisa da MTV americana para as “22 Melhores Vozes na Música”, à frente de ícones como David Bowie, Steven Tyler e Bruce Springsteen; Chris Cornell, a voz por trás de Soundgarden, Audioslave e Temple of the Dog, tem sido chamado de “o solista mais dinâmico da força rock and roll produzido pela Revolução Grunge do começo dos anos 90”. Mas Cornell teria pouco para cantar sem uma igual facilidade poderosa como letrista. Dez anos após o fim de sua banda Soundgarden – no qual ele trilhou o caminho para a cena grunge de Seattle, Cornell se tornou um músico amadurecido e um ícone cultural.
Nascido Robert Allen Zimmerman, em Duluth, no estado de Minnesota, em 24 de maio de 1941, Bob Dylan é neto de imigrantes judeus-russos. Aos dez anos de idade escreveu seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. Começou cantando em grupos de rock, imitando Little Richard e Buddy Holly, mas quando foi para a Universidade de Mineapólis, em 1959, voltou-se para a folk music, impressionado com a obra musical do lendário cantador folk Woody Guthrie, a quem foi visitar em New York em 1961.
Um dos mais fascinantes, enigmáticos e influentes compositores dos anos 60, Leonard Cohen conquistou audiência durante mais de 40 anos com sua criatividade musical, além de suscitar um certo misticismo em torno do seu nome, e continua, até hoje, recebendo atenção de críticos do mundo todo. Cohen nasceu em 1934 - um ano depois de Elvis Presley - e seu passado não foi muito diferente daquela geração de músicos e cantores, apesar de ser muito difícil comparar a sua carreira com a desses artistas. Fazendo country music, Cohen não mantinha regularidade em relação às suas gravações, dedicando-se mais à literatura, no começo de sua carreira, do que à música propriamente dita.
Considerado, na época, mais um dos grupos que substituíram os Smiths - para ajudar, Morrissey disse ser fã do grupo logo depois do lançamento do segundo EP -, o James é considerado um dos nomes mais importantes do pop inglês entre os anos 80 e 90. No começo, tentando se afastar das comparações, o James, assim como várias outras bandas inglesas, se envolveram, mas não muito, com a cena acid house. Após o sucesso, a banda resolveu apostar em um som mais experimental, chegando a trabalhar com Brian Eno. No Brasil, o grupo é quase desconhecido, apenas as canções Sit Down e Born of Frustration chegaram a tocar em rádios e são lembradas em festas alternativas.
Vida louca e inteligente nos palcos alternativos de São Paulo. Essa era a sensação de um show do Mickey Junkies. A banda foi uma das principais referências do indie rock no Brasil nos anos 90. E, boa parte desse conceito deve-se a Rodrigo Carneiro, um dos vocalistas mais carismáticos dos palcos nacionais.
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