Tuesday Sep 30

Faith no More

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Faith no More - divulgaçãoCom outra mudança no line-up, com Jim Martin no lugar do guitarrista Mark Bowen, o grupo grava uma fita demo em 1984 que faz com que o Faith No More assinasse um contrato com a Mordam Records um ano depois. Assim o primeiro álbum é lançado em 1985, com o nome de We Care a Lot. O que chamava a atenção no trabalho do grupo foi a inovação em misturar rap, funk e heavy metal no som do Faith No More. Resultado: o trabalho é tão bem recebido pela crítica que os leva a ser contratados pela Slash Records, uma subsidiária da Warner, em 1986.

Em 1987 é lançado o segundo trabalho: Introduce Yourself. A banda, então, faz uma turnê européia para divulgar o novo álbum. Apesar do sucesso em todo o mundo, os integrantes decidem demitir Mosley, que abusava do álcool e vivia brigando com a banda. Em seu lugar assume o vocalista do Mr. Bungle, Mike Patton, que se torna o melhor vocalista que a banda já teve.

Make Patton se torna o principal compositor no terceiro trabalho da banda, The Real Thing. O curioso é que as letras foram escritas em uma semana. Assim, este álbum foi lançado em junho de 1989 e foi o primeiro grande sucesso do Faith No More nos Estados Unidos. As músicas Epic e Falling To Pieces estouraram nas paradas levando o grupo a receber o disco de platina e o Grammy de melhor performance Heavy Metal. Diante do enorme sucesso o Faith No More passa a conquistar uma legião fiel de fãs nos seus shows ao redor do mundo.

Em 1991 a banda chega ao Brasil para se apresentar no Rock in Rio II, seu primeiro grande festival. O show do Faith No More conquista os brasileiros e faz com que fosse eleito como a revelação do evento. Em conseqüência, começa um namoro do grupo com nosso país, que foi materializado na música Caralho Voador, lançada anos depois. A banda chega a fazer muito mais sucesso por aqui do que em qualquer outro lugar do mundo. No mesmo ano é lançado o disco ao vivo Live At The Brixton Academy, além do vídeo You Fat B**tards. O estilo único do Faith No More e o carisma de Mike Patton levam a banda a um sucesso cada vez maior, deixando sua marca como um dos principais grupos da década.

Em 1993 sai o quarto álbum de estúdio, Angel Dust, mais elaborado e com uma sonoridade bastante diferente. O trabalho deixa claro que o Faith No More estava em busca de uma nova proposta musical, pois o funk-metal dos trabalhos anteriores foi deixado de lado. Resultado: o disco acaba não foi muito bem aceito pelos fãs. Tanto que nenhum single do disco é lançado, e único sucesso é a música Easy, cover dos Commodores. A má receptividade do álbum acaba afetando a banda, pois no final da turnê o guitarrista Jim Martin deixa o FNM, insatisfeito com os rumos que ela estava tomando. Daí surgem os primeiros sinais de desgaste dentro do Faith No More. Primeiro, os integrantes se mostravam mais entusiasmados em seus projetos paralelos do que no grupo principal. Segundo, surgiram as famosas brigas internas, fazendo com que surgissem os primeiros rumores do fim da banda.

No entanto, em 1995, o Faith No More começa trabalhar no próximo disco. Para a gravação de King For a Day... Fool For a Lifetime, é chamado o guitarrista Trey Spruance, colega de Patton no Mr. Bungle. Por absoluta falta de tempo, Trey deixa a banda logo depois das gravações, não chegando sequer a fazer qualquer apresentação. Em seu lugar, assume Dean Menta, da banda Duh.

O álbum King For a Day... Fool For a Lifetime confirma que o Faith No More abandona de vez as suas raízes funk-metal, partindo para um rock mais pesado e elaborado. O disco, mais uma vez, não é bem aceito, sendo um fracasso total nos Estados Unidos. Na Inglaterra o novo trabalho não é visto com muito entusiasmo e faz com que o conjunto cancele boa parte dos shows que fariam na Europa, apenas no Brasil o disco tem uma recepção um pouco melhor.

Em baixa os integrantes decidem voltar para seus projetos paralelos. Mike Patton cai na estrada com o Mr. Bungle, que lança seu segundo disco. O baterista Mike Bordin participa da turnê de Ozzy Osbourne. Já Roddy Bottum trabalha no Imperial Teen.

Com a imagem cada vez mais desgastada, o Faith No More volta aos estúdios em 1997, para a gravação do novo álbum. Nesta época, o fim da banda estava praticamente certo, já que nenhum dos integrantes tinha vontade de continuar. Mais uma vez, o guitarrista é trocado, sendo chamado Jon Hudson.Em 1997, é lançado o Álbum Of The Year, que apesar de estar mais pesado, soa bem mais devagar e mórbido que os trabalhos anteriores. As músicas Ashes To Ashes e Stripsearch obtêm um relativo sucesso. Todavia, o fim da banda já era dado como certo entre os seus componentes.

Em 19 de abril de 1998, quando o Faith No More comunicou oficialmente à imprensa o fim da banda. A nota dizia que o grupo acabou de forma pacífica entre os integrantes, que teriam, a partir daquele momento, liberdade para tocar seus projetos paralelos. No mesmo ano, é lançado o último trabalho do Faith No More, a coletânea denominada Who Cares a Lot? (The Greatest Hits). De lá pra cá, os seus integrantes vinham se dedicando exclusivamente a seus projetos paralelos, mas os integrantes originais do grupo estão pensando em um retorno para o ano de 2004, o único problema, eles não querem a participação de Mike Patton, que esta pensando em entrar na justiça para impedir a reunião se ele não puder participar.

Agradecemos ao site Sua Turma por ter cedido o material. Revisão e atualização por Valdir Antonelli.

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