Friday Oct 24

Chris Cornell

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Chris Cornell - divulgaçãoCornell lançou em junho seu segundo álbum solo “Carry On”, com a produção do ganhador do Grammy, o superprodutor Steve Lillywhite (U2, Rolling Stones, Morrisey, Dave Matthews Band). Trata-se de seu 13º álbum e é um lançamento de Suretone/Interscope Records. Além do destaque para a regravação de ‘Billie Jean’ de Michael Jackson, inclui o single ‘You Know My Name’, principal faixa do mais recente filme de James Bond, Casino Royale, escrita em colaboração com David Arnold que ganhou elogios dos críticos e conquistou fãs.

Como líder do supergrupo de rock Audioslave, banda lançou seu álbum de estréia homônimo, que foi platina triplo em 2002: o Audioslave produziu hits como ‘Like a Stone’ e ‘Cochise’. Depois de uma extensa turnê a banda lançou o segundo ábum Out Of Exile que ficou em 1º lugar das paradas americanas em maio de 2005. O título do álbum, segundo Cornell, se refere a todas as facetas de sua vida. “Ter uma experiência volátil com o lado comercial da indústria e um pouco de desfuncionalidade no passado, estar em uma banda que realmente se juntou à música oferecida que vai além disso”, explica. Também em maio de 2005, Audioslave se tornou a primeira banda de rock americana a se apresentar em Cuba, resultando no disco de platino do DVD Live in Cuba. O terceiro álbum, Revelations, foi lançado no dia 5 de setembro de 2006 e trata de assuntos mais específicos, do Furacão Katrina à Guerra do Golfo.

Inspirado por compositores que vai de Elvis Costello à Bruce Springsteen, Cornell diz que “o mais excitante é se deixar expor sua verdade, sentimentos vulneráveis, que é o que mais ressona nas pessoas”. Enquanto o processo de composição com o Audioslave geralmente envolvia um grupo dinâmico, para Cornell cada música é um casamento natural entre clima e música. Quanto ao seu estilo vocal, ele aponta para cantores de r&b como Otis Redding e Aretha Franklin por mostrarem grandiosamente o quanto a emoção pode ser conivente, mesmo em frases sutis.

A música teve um papel muito importante na juventude de Cornell que foi criado em uma grande família católica em Seattle, Washington. Contrário às aulas de piano, ele aprendeu sozinho noções básicas de piano e depois guitarra, juntando tons que ele sabia e os que lhe eram passados. Aos nove ou dez anos, ele ouviu praticamente só Beatles por mais de ano depois de achar uma coleção de discos na casa de um amigo. Cornell experimentou uma revelação musical quando sua mãe lhe deu uma bateria (caixa), que aumentou sua paixão e seu foco. Complementando a caixa com o kit completo de bateria, Cornell rapidamente entrou numa banda, tocando percussão e fazendo backing vocal. Aos 15, ele deixou a escola paroquial e arrumou um emprego como cozinheiro para ajudar a família financeiramente. Ele passou por várias bandas que faziam covers, lutando para conseguir se encaixar até conhecer um cara que tinha muito em comum com ele, o guitarrista Kim Thayil, em 1984.

A dupla formou sua própria banda, Soundgarden, que ganhou esse nome por causa de escultura existente em Seattle, e mais tarde Cornell passou da bateria à frente do palco, focando-se em cantar enquanto expandia suas habilidades como guitarrista. Com o novo baterista Matt Cameron e o baixista Hiro Yamamoto, Soundgarden “firmou um espaço para o heavy metal no rock alternativo”, de acordo com crítico musical Stephen Erlewine.

Tocando no mesmo circuito que seria seguido muitos anos mais tarde por Nirvana e Mudhoney, a banda lançou em 1987 o EP Screaming Life na então nova gravadora SubPop, e no próximo ano seu disco de estréia, Ultramega OK. O interesse na banda começou a aumentar fora da região assim que o primeiro álbum da banda pela A&M foi lançado, Louder Then Love, em 1989 e em seguida Badmotorfinger em 1991. Cornell compôs a maioria do material do álbum bem aclamado pela crítica, Temple of the Dog, de 1991, um coletivo entre membros do Mother Love Bone (que se tornariam Pearl Jam) e do Soundgarden que fizeram um tributo ao vocalista do MLB, Andrew Wood. Em 1994 o Soundgarden atingiu o seu maior sucesso com Superunknown e o single ‘Black Hole Sun’, vendendo mais de três milhões de cópias e que rendeu dois prêmios Grammy. Soundgarden manteve o sucesso com seu álbum mais experimental, o aclamado Down on the Upside. Mas o disco pegou a banda tendo que lidar com seu status legendário, de grande importância que acabou sufocando o grupo. Logo a banda chegou ao fim, lançando uma coletânea de sucessos, A-Sides (1997) como uma despedida.

Como artista solo, Cornell explorou texturas musicais mais surreais, técnicas esotéricas de estúdio, lirismo emocional e estilos de vocal variados no álbum Euphoria Morning de 1999, cujo single ‘Can’t Change Me’ foi nomeado ao Grammy de Melhor Vocal Masculino.

Muitas das composições de Cornell foram parar em trilhar de filmes como “Um som diferente” (música Heretic), “Quanto mais idiota melhor” (Loud Love), “Amor à queima-roupa” (Outshined), “Paixão bandida” (título original “Feeling Minenesota”, tirada da letra de Outshined), “Grandes esperanças” (Sunshower), “Missão Impossível 2” (Mission), Miami Vice (Shape of Things to Come) e no filme de Cameron Crowe que passa em Seattle, “Vida de Solteiro” (Singles) onde ele também tem uma rápida aparição.

Além de todo trabalho no mundo da música, Cornell estrelou a campanha de 2006 da grife John Varvatos e tem um restaurante em Paris, Black Calavados (BC). Atualmente mora na cidade luz com a esposa Vicky Karayiannis, os filhos Toni e Christopher e tem também uma filha do primeiro casamento, Lillie Jean.

Fonte: chriscornellbrasil.blogspot.com

Traduzido do site oficial www.chriscornell.com 

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